À CIDADE DE POMBAL

23 jul 2018

POMBAL 156 ANOS.

Neste momento de confraternização, de muita alegria, abraços calorosos e sorrisos fraternos, às festividades do alcance do status de cidade de Pombal, minha Terra Natal, unimo-nos num só hino de louvor à Terra da Cabocla Maringá.

Continuo tendo aquele sonho do meu tempo de criança na busca de uma realidade pacífica e penso viver o meu o sonho sonhado uma Pombal grandiosa e transformadora. Pois os sonhadores não perdem a esperança de ver seus sonhos realizados. Já que a “esperança é o sonho do homem acordado”.

Façamos com que os fatos realísticos edifiquem os nossos ideais imaginários como se fosse possíveis torná-los palpáveis num futuro bem próximo, rebrilhando o nosso sentimento de amor que temos pela nossa Terra.

Não queremos a repetição do filme da antiguidade com cenas de violência, trucidamento, ações sanguinolentas e matança desmedida como aconteceu com os nossos povos primitivos: os índios Cariris, Ariús, Pegas, Paiacus, Tapuias, Jaduís, Sucuriús, Coremas, Panatis etc

Os gestores administrativos de Pombal, a partir de Francisco de Arruda Câmara até Dr. Verissinho, não restam dúvidas, cada um ao seu modo, seu tempo e estilo deixou um pouco de contribuição para o crescimento do município, apesar de ainda não ter alcançado o seu ritmo de aceleração. Não desejamos uma divisão que nasça do espírito de destruição, porém a diferença dos ideais seja um laço de fraternidade cuja divisão seja a busca de um todo, que será o nosso ideal maior. É a bandeira branca como símbolo de conciliação entre os irmãos.

Neste dia de muito calor humano, que se caracteriza pelo o aperto de mão e o sorriso nos lábios, data significativa dos 156 anos do status de cidade de Pombal, a alegria de hoje junte-se à alegria da tradição, unindo-se o passado ao presente, cuja representação se consagra com a bandeira da Irmandade do Rosário, o tinido da lança dos Pontões, o pisoteado do Reisado e o bailado dos Congos, grupos folclóricos de Pombal.

Não me chamem de utópico porque sonho pela a existência de uma realidade pacífica, cujo respaldo encontro no poema de Eduardo Galeano:

A utopia está lá no horizonte

Me aproximo dois passos,

Ela se afasta dois passos.

Caminho dez passos

E o horizonte corre dez passos.

Por mais que eu caminhe,

Jamais alcançarei.

Para que serve a utopia?

Serve para isso:

Para que eu não deixe de caminhar.

VIVA À TERRA DE MARINGÁ!

Pombal – PB, 21 de julho de 2018.

SEVERINO COELHO VIANA

 

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