A Importância do Livro nos Tempos Atuais, por Clemildo Brunet

19 abr 2018

Hoje vivemos no mundo pós-moderno onde a informática e a internet avançam mais levando conhecimento as novas gerações em todas as partes do planeta. No entanto, o livro continua e continuará tendo o seu valor pela busca incessante de informações que podem ser obtidas por todos os seguimentos da sociedade, não importando qual seja a causa que o determine. Isso ocorre porque o livro está ao alcance daqueles que ainda não dispõe dos dispositivos que a cibernética oferece. 

O livro mais importante e mais conhecido mundialmente que jamais ficará velho ou ultrapassado é a Bíblia Sagrada, coletânea que foi escrita por homens inspirados por Deus durante um período de 40 anos, relatando fatos ocorridos desde a criação do mundo, passando por nascimento, morte e ressurreição de Jesus até os acontecimentos futuros. A Bíblia Sagrada também tem a sua comemoração com programações específicas no segundo domingo do mês de dezembro. 

 

Segundo o site: Wikipédia, a enciclopédia livre: 

 

O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região da Espanha. A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona. 

Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol. 

No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes. 

Mais tarde, em 1996, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e  

do Direito de Autor, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês. 

No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias para o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes. 

No Brasil, segundo pesquisas realizadas na internet, o dia do livro infantil foi instituído no dia 18 de abril como dia nacional da literatura infantil em homenagem à Monteiro Lobato, um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil. 

Brasileiro, nasceu em Taubaté, interior de são Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do centro Acadêmico XI de Agosto época em que cursava a faculdade de direito.  

Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida no campo. Por esta razão montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: o sítio do picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta e regravado nos anos noventa.Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade e no ano de 2002 foi criada uma Lei(10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil. 

 

“Um país se faz com homens e com livros”. (Monteiro lobato) 

 

O livro é um instrumento de trabalho útil na vida de toda gente – vem desde os bancos escolares até as universidades e depois por toda vida. O seu conteúdo jamais envelhece é passado de pai para filhos, netos, bisnetos e de geração em geração. O nosso intelecto se desenvolve de tal modo na aplicação da leitura do livro, o que nos torna possível descobrir os talentos que aflora nossa capacidade para um fim proveitoso. 

A base de todo conhecimento para o progresso individual e coletivo está no livro, preenchemos as nossas horas de ócio numa forma de entretenimento com a leitura de grandes aventuras; ele também como fonte do saber abriu-nos a porta do sucesso na realização dos grandes concursos públicos. 

Jó o homem que a Bíblia registra como ser mais paciente que já habitou o planeta terráqueo, exclamou: “Quem me dera fossem agora escritas as minhas palavras”! “Quem me dera fossem gravadas em livro”! Jó 19:23. Na verdade sua história, palavras e vida estão registradas na Bíblia em 42 capítulos e até hoje os fatos mencionados por Jó são lembrados. 

Os livros eram de grandes utilidades na vida dos apóstolos. Paulo, mesmo preso em Roma escrevendo a seu filho na fé Timóteo recomenda-lhe: “Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos” 2 Timóteo 4:13. 

O livro nunca deixará de está em evidência haja vista o avanço tecnológico que tem proporcionado à leitura oportuna por ser encontrado em disquete. O livro falado em gravação para ser ouvido em casa, no carro, em viagens ou passeios é o companheiro ideal de todos os momentos e serve a todos sem jamais perder sua autenticidade e atualidade. 

*Radialista e Escritor 

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