A Memória das Artes

25 fev 2013

Escreveu: Francisco Alves Cardoso – 25/02/2013

 

Morreu José Queiroga de Melo. O maestro da sabedoria. O músico encantador. O artista do dia e da noite.

Falo com propriedade sobre Zé Queiroga porque o conheci no dia a dia, na cidade de Sousa, animando as festividades, fazendo a nossa gente alegre, transmitindo a sabedoria dos povos pelo canto alegre e harmonioso.

Conheci Zé Queiroga no Coral “Eládio Melo”, alegrando a todos nós, nos vários recantos da “Terra de Bento Freire”. Um maestro completo, humilde, simples, apaixonado pela música.

Vi Zé Queiroga nas artes cênicas, com o Teatro de Amadores de Sousa, aplaudindo os seus dois filhos Jansem e Jader, atores do inesquecível TAS.

Acompanhei Zé Queiroga como professor de música nos colégios de Sousa, fazendo o que amava, lecionando a matéria das suas paixões.

Vibrei com Zé Queiroga como maestro da Banda de Música “13 de Maio”, da cidade de Sousa, desfilando pelas ruas da terra amada, recebendo os aplausos da nossa gente.

O regente orquestral acreditava em tudo o que Sousa fazia. Para ele Sousa era um município glorificado pelos santos e deuses da história.

Nasceu José Queiroga de Melo em 1º de janeiro de 1929, e faleceu no dia 18 de fevereiro do corrente ano de 2013, em João Pessoa, portanto, aos oitenta e quatro anos de idade, deixando uma história de luta vitoriosa na construção da grandeza do município de Sousa.

Era Sócio Benemérito do Teatro de Amadores de Sousa, de quem recebe todas as homenagens póstumas, com profundo agradecimento pelo muito que fez pelo nosso histórico grupo teatral.

Zé Queiroga está na música e nas artes. Está no coração de todos os sousenses. Está na memória. Está na história. Está com Deus.

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