Caminhos da Liberdade.

8 ago 2018

Não sei porque o tempo nasceu. Por que viveu e cresceu. Por que um dia morreu.

Não sei porque Chico tudo aprendeu. Por que a alma resolveu. O que? Ser uma força que nem eu sei.

Venha comigo. Eu vivo com uma força do tempo e dos tempos. Sou bonito e sou feio. Sou amigo e sou o ego. Sou amigo e sou um bicho de coragem. Sou o Chico que o povo bem conhece.

E tem mais: sou uma coragem acima da coragem.

Sou a força solidária criada por um Deus amigo de todos.

Sou a solidariedade. Sou a credibilidade do reino monumental. Choro a piedade. Moro num reino do amor. A criatividade é normal no ego desse Chico.

Durmo sonhando com um momento radiante dos campos da criatividade.

Não tenho ódio eterno. Tenho piedade dos que sofrem.

A criatividade mora na minha cama, no meu sonho de cor azul relembrando a cor do céu.

Tenho medo de morrer. Verdade não conheço. Sou muito forte escondido nesse ponto criativo.

Escrever é meu amor para hoje, amanhã e depois.

Acredito fortemente na vitória que eu crio. Não aceito ódio nem desespero. O perdão é a maior bandeira do homem.

Eu não posso ver ninguém chorar, pois dá logo uma vontade em mim, já dizia, um bom poeta.

O Deus me fez sem ódio, sem medo e sem espirito de vingança.

Não sou rico porque o tríduo do reino único não permitiu esse momento.

No crânio que Deus me deu só existe amor geral, perdão total, o histórico sentimental, o grito da cruz do perdão original.

Dos dez filhos de Severino e Maria, só existe o Chico das madrugadas longas, do frio, das grandes saudades e da alegria de todas as horas. Para que mágoa? Para que ódio? Sou um injustiçado da noite, da madrugada, do pingo do meio dia. Tudo isso por que chegou a hora de olhar para os meus quadros e relembrar aqueles casais tão simples que hoje moram no lugar que não piso, desde o ano que nasci.

Canto comigo! Choro comigo! Para que ódio?  Para que vingança?

Eu sou isso: amigo sem ambição, sem vingança e sem a dor da ostentação.

Sou igual a todos, nasci. Todos nasceram pelo mesmo momento. Vivo para o mesmo reino. Sofro pelo mesmo inferno. As dores são as mesmas.

Cante o hino da vitória, da dor, do sorriso largo. Não mate. Não vingue. Não pratique roubo. Diga sempre assim: perdão meu Deus! Eu estou aqui amando o trabalho. O perdão, o amor e a coragem.

Senhor: porque eu tenho tantas vitórias. E ele responde: continue assim: sem ódio, sem medo e sem pensar em vingança.

Obrigado senhor. Obrigado por tanta coragem que o senhor me dá!

Vamos usar as palavras que nunca saíram do meu ego. Palavras que o senhor me deu: força, trabalho, amor e coragem.

Vingança nunca!

UAU!

UAU!

Escreveu Francisco Alves Cardoso – 08/08/2018.

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