Cássio garante que Pedro Cunha Lima não disputa eleição em 2016

29 dez 2015

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Senador porém, defendeu que o partido tenha candidatura própria na Capital e em Campina repita chapa com Romero Rodrigues e Ronaldo Filho, seu irmão

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) garantiu nesta segunda-feira (29) que seu o filho, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), não colocará seu nome para discussão em uma eventual candidatura a prefeito de João Pessoa ou de Campina Grande nas eleições do próximo ano.

Cássio, porém, defendeu que o partido tenha candidatura própria na Capital e em Campina repita chapa com Romero Rodrigues e Ronaldo Filho, seu irmão. O senador foi o entrevistado do último programa Rede Debate deste ano na RCTV, canal 27 da Net Digital.

O senador também descartou a possibilidade do ex-senador Cícero Lucena voltar a cena política. Ele afirmou que acompanhou as declarações do colega de partido, que anunciou pela imprensa que não disputaria mais cargo eletivo, e que respeita essa decisão. Ele garantiu que não há rusgas com o ex-senador e tem se encontrado com ele mais em Brasília do que na Paraíba, já que Cícero é presidente do Instituto Antônio Vilela, que é ligado a direção nacional do PSDB.

Ele adiantou que pretende ajustar sua agenda no ano que vem para percorrer o máximo de cidades possíveis dentro do projeto do PSDB de eleger prefeitos municipais.

Como líder da oposição no Senado, ele defendeu a ampliação da investigação sobre o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB). Para Cássio, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) não tem mais a menor condição de continuar com presidente da Câmara Federal.

Cássio continua entendendo que é muito grave o quadro atual do país, mas acredita que o impeachment seria apenas uma das saídas para a crise. “A luta tem que ser dentro da Constituição”, disse. Ele considerou ainda que o Superior Tribunal Federal foi cauteloso e defendeu regras rígidas para o processo, assim como, a votação aberta no Congresso para uma eventual cassação da presidente Dilma. Ele lembrou que isso já é um padrão, o qual foi usado no processo contra o ex-presidente Fernando Collor e, por isso, não pode ser mudado.

Portal Correio

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