Discurso de Posse na Academia de Letras e Artes do Nordeste-PB

10 maio 2013

DISCURSO DE POSSE NA ALANE – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DO NORDESTE-PB

Marinalva Freire da Silva

Senhor Presidente da Academia de Letras e Artes do Nordeste- ALANE-PB, jurista e escritor Ricardo Tadeu Bezerra na pessoa de quem saúdo todas as autoridades presentes, acadêmicos e acadêmicas presentes, familiares dos homenageados e do patrono , meus familiares aqui presentes, senhores e senhoras:

Primeiramente, agradeço a Deus, Arquiteto do Universo e Senhor todo Poderoso por este momento singular.

Para mim, é motivo de imensa alegria pertencer à ALANE. Aproveito esta oportunidade para agradecer o apoio dos amigos, em especial à confreira Neide Medeiros Santos, autora da propositura em nome de quem agradeço aos demais membros desta Academia pelo voto de confiança em mim depositado, elegendo-me por aclamação unanimemente, razão pela qual aqui estou para integrar esta entidade cultural, o que se constitui em um momento ímpar na minha vida como escritora e missionária da Educação e da Cultura, assim me considero, perdoe-me a imodéstia. Mas o peso sobre meus ombros é imenso, vejam os senhores e as senhoras, substituir dois imortais insubstituíveis, é um desafio, mas há um provérbio que disse: “Deus dá a cada um a cruz conforme a fragilidade dos ombros”. Vejo, como já frisei, um grande desafio – tomar assento na Cadeira nº1 cujo patrono é o insigne e imortal Juarez da Gama Batista, ícone maior do ensaio paraibano e por que não dizer brasileiro?! , ocupada pela primeira vez pelo baluarte da jurisdição, das letras, da cultura nordestina, em especial, paraibana, o imortal e inesquecível Joacil de Brito Pereira, figura extraordinária que aprendi a admirar desde meus 9 anos de idade quando meu inesquecível pai, aprovado em concurso para a Agência dos Correios e Telégrafos, foi designado para a cidade de Alagoinha, seara político deste ilustre cidadão, na época, candidato à Prefeitura daquela cidade. Sendo Sebastião José da Silva único carteiro ali, era conhecido por todos da cidade… Dr. Joacil, homem dotado de uma eloquência invejável-eu gostava muito de ouvi-lo nos comícios, embora na época pouco entendesse a oratória pois era ainda criança. Passaram-se os anos, sempre ouvia falar de sua trajetória política. Sempre sua admiradora.

O curioso é que, quando tive a oportunidade de me aproximar dele, à frente do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba, pois sempre era convidada para as solenidades, lembrei-lhe Alagoinha e ele me disse: – “ lembro-me muito bem do Carteiro Sebastião”. A partir daí, sempre doava livros para o IHGP e para a Academia Paraibana de Letras, estando ele na Presidência. Em qualquer lugar que me via, cumprimentava-me e perguntava-me pelos meus escritos. Ingressando na UBE-PB, estreitou-se ainda mais nossa amizade.
Ao concluir sua nobre e longa missão na Terra. Dr. Joacil foi convidado por Deus Pai para descansar da labuta terrena e desfrutar da sinfonia angelical e dos banquetes celestiais que somente um iniciado como ele é merecedor.
Reportando-me ao meu Patrono, o Insigne e Imortal Ensaísta Juarez da Gama Batista, sinto-me privilegiada por ter sido sua aluna na antiga FAFI, nos anos setenta, e ter bebido na fonte de seus conhecimentos. Com ele aprendi que “a vida é o que ela é, a vida é o que ela deixa de ser”. Esta frase tornou-se célebre com este “Águia” .

Nasceu em João Pessoa, no dia 05 de fevereiro de 1927 e nos deixou para sua viagem ao infinito no dia 04 de fevereiro de 1981.

Foi professor titular de Literatura Brasileira da Universidade Federal da Paraíba, no período de 196 a 1981. Segundo Ângela Bezerra de Castro, não tinha formação acadêmica na área em que lecionava. Era o exemplo de Bacharel erudito cujo Notório saber, no campo de Literatura acumulara-se pelo exercício do autodidatismo, numa abrangência de leitura que pode ser percebida através de seus trabalhos escritos, e de maneira mais simples e direta, pelos mais de 40 mil volumes que compunham sua biblioteca.

Deixou mais de 40 títulos publicados entre crônicas, ensaios (p. 9- Ângela), discursos, conferências e prefácios. Com seus ensaios literários conquistou sete mais importantes prêmios entre 1966 a 1976. Destacando-se, entre eles:
– Prêmio “JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA-1967”- da UFPB;
-Prêmio “OLIVIO MONTENEGRO-1968- da UFPE;
-Prêmio “GERALDO AZEVEDO DE ANDRADE- 1973”- da Academia Pernambucana de Letras;
-Prêmio “JOSÉ VERÍSSIMO”-1973 – da Academia Brasileira de Letras (p.10-Ângela).

José Américo de Almeida afirma em “Fontes da solidão” (1968), que “Juarez da Gama Batista nasceu para as letras, vive para as letras, sonha com as letras, tanto se espiritualizou, tanto se intelectualizou que guarda uma aparência de quem levanta voo”.
Ângela prossegue afirmando que “tudo o que o qualifica, enquanto professor e ensaísta, como intelectual do mais alto nível, sobressai o ESTILO, a marca pessoal inconfundível no domínio da expressão. Conquista de poucos, cada vez mais rara”.

Juarez da Gama Batista é autor de inúmeros ensaios, entre os quais:
-A sinfonia pastoral do Nordeste (1967; 2 ed., 1978), ensaio por motivo das comemorações dos 80 anos do Ministro José de Almeida, bem como das festividades comemorativas ao ingresso do eminente escritor e homem público na Academia Brasileira de Letras NE do 15º aniversário da Faculdade de Filosofia.

O prefácio deste ensaio eu o considero um ensaio superposto. Vejamos:
“O grande problema reside, evidentemente, entre o real e a escrita, ou melhor, entre o real e o pensamento. Como transportar a emoção? O que é que uma pessoa transporta quando se exprime? Qual é o essencial?”
“Uma obra de arte constrói-se à maneira de uma armadilha?! (Saint-Exupéry).
“….verde alcatifa nos convida abrolhando o vergel e a várzea e o prado frondeia o bosque, ano é mais famoso”(Virgílio. Bucólicas, III, 56-58)
“Ninguém hoje na Paraíba mais preparado para o tipo de homengame que está expressa em seu belo discurso “O PODER DA PALAVRA”) a José Américo. Não falo de sua convivência pessoal com o modelo, mas de sua integração critica, lúcida e sensível, com a dramática projeção literária e artística, que ele legou , em seus romances, à própria expressão literária brasileira” (Ascendino Leite, in memoriam).

“…O Poder da Glória”, magnífico trabalho sobre o nosso grande José Américo.´excelente. gosto sobretudo do que você diz sobre “ O Boqueirão”: pequena obra impressionista”I ( Jorge Amado In memoriam).

“….Critica (sua) muito equilibrada de um livro nem sempre fácil de julgar (FRED ELLISON , da Universidade de Austin, Texas(USA).

” ….Mestre Juarez da Gama Batista. Um quase heroico Juarez na fidelidade a uma vocação que tanto tem de nobre como de difícil nas atuais Circunstâncias brasileiras. Perceptivo, consciencioso. Culto. Nada lhe falta para ser hoje o que foi em dias melhores para as letras no Brasil, um João Ribeiro e, em dias recentes, um Alceu Amoroso Lima seguido por Álvaro Lins”. (Gilberto Freyre In Diário de Pernambuco).
– Chá e simpatia. Discurso de Paraninfo das alunas do Curso de Letras do DLCV, no dia 20 de dezembro de 1975
-A hora e a vez de Joacil. Discurso (1977)
-31 Histórias do arco da velha. Crônicas. (1950)
-José Américo: retratos e perfis. (1965) . Edição comemorativa do Centenário de Epitácio Pessoa.
-José Lins do Rego: as fontes da solidão. Conferência por ocasião dos 50 anos do “Diário de Pernambuco”. Instituto Joaquim Nabuco, 7 de Nov. de 1975. @ Ed. João Pessoa: Topografia Chaves.,1979
-As fontes da solidão (1994). Ensaios literários. Prefácio de autoria da acadêmica da APL- “A transparência que se realiza” in Prefácio(p.9-13)
-Sentido trágico em José Lins do Rego. Ensaios. Prêmio José Veríssimo, 1973, da Academia Brasileira de Letras, 1973).
– O Protagonismo de Fausto (1968) , “ este ensaio aborda, segundo o próprio autor, o problema fáustico da História e do destino do homem, mais explicitamente, da obra de arte, que é ao mesmo tempo autobiografia e sensação dos séculos; o instante repentino de uma consciência em face do imaginário e do experimento, da revelação e do imediato, e tanto é solidão como número. Um conceito o de existência que pudesse fazer-se episódica, ( NOTA do AUTOR);
-Um gosto de mel (1973), discurso lido no dia 27 de setembro de 1973, em Campina Grande, agradecendo a homenagem prestada pela Fundação Cultural Manuel Bandeira, em sessão solene, por motivo dos Prêmios nacionais “José Veríssimo”, da Academia Brasileira de Letras, e “Geraldo de Andrade”, da Academia Pernambucana de Letras, conferidos ao Autor em junho e agosto do citado ano, estando presente à solenidade o poeta João Cabral de Melo Neto. Na ocasião foi oferecido ao homenageado o “Troféu Manuel Bandeira para escritores laureados”;
-O tema e o gesto (do “Hábito da perfeição”). Discurso. Publicado em 1976. discurso proferido na Academia Pernambucana de Letras, na noite de 16 de novembro de 1973, ao receber o Prêmio “Geraldo de Andrade” de Literatura, ganho com o ensaio intitulado “Quem tem medo de Gilberto Freyre?”;
-O Exílio e o reino (De um título de Albert Camus), publicado em 1976, discurso proferido na noite de 4 de outubro de 1976, na solenidade de abertura da SEMANA REGIONALISTA, promovida pelo Departamento de Letras do Centro de Ciências Humana, letras e Artes, da Universidade Federal da Paraíba, em comemoração aos 50 anos de lançamento do Manifesto Regionalista do Nordeste;
-O Poder da glória (1977), discurso proferido na tarde de 21 de janeiro de 1977, a convite do Governo do Estado, por motivo do lançamento do livro “José Américo – o Escritor e o Homem Público”, em solenidade realizada no Salão Nobre do Palácio da Redenção, que teve a presidência do Governador Ivan Bichara Sobreira, e com que se iniciaram as Comemorações da Paraíba aos 90 anos do Ministro José Américo de Almeida;
-Charme discreto de Gilberto Freyre (Discurso do Professor ”Honoris Causa a Gilberto Freyre pela UFPB, em 06 de setembro de 1973
-A contraprova de Tereza , Favo de mel. Ensaio. 2 ed. João Pessoa, 1976;
-Os mistérios da vida e os mistérios de Dona Flor. 2 ed.ssoa: Tipografia Chaves, 1977;
-Tarde demais para esquecer (“ O Dr. Ruy” e outras lembranças), trata-se de uma coletânea de crônicas publicada em 1977;
-O que será que será (De uma balada sinfônica do filma DONA FLOR ou “ERA INFINITAMENTE MAIO…”), discurso de recepção ao acadêmico João Lyra Filho na Academia Paraibana de Letras, pronunciado na noite de 4 de maio de 1977, em solenidade realizada no Salão Nobre da antiga Faculdade de Direito, onde fora o Colégio dos Jesuítas, nos anos da colonização;
-Os Guarda-chaves de Cheburgo ( de uma canção de Michael Legrand …).

Discurso

-Literatura cultura, civilização. Conferência por ocasaaião FDA abertura do I Seminário Paraibano de Cultura Brasileira. João Pessopa: Tipografia Chaves, 1977
-Bolha-de-nível (Depoimentos de um certo tempo – e crônicas avulsas), publicado em 1979. Trata-se da reunião de comentários avulsos, notas pessoais, às vezes transbordando em quase-ensaios, ou simples crônicas, que adotaram aqui o título de coluna de canto de página, certa época, em jornal de província – louvor a um instrumento de artesão: “Bolha-de-nível”.
O autor assim se expressa:
Opiniões, figuras, acontecimentos, dos anos 60 ate hoje, escolhidos ao acaso, todos escritos n cadência e ofício da imprensa diária, uma busca de lucidez razoável no repentino suceder do cotidiano alucinante.

Distinguir no escuro, apurar ou “aprumar” uma visão assim instantânea de um mundo apressado e violento, sôfrego de suas tragédias. Tal a proposta, o artista, o colunista diário de jornal. Não fugir, nem aceitar. Descobrir as reservas do humano, que prevalecerão sobre as velocidades de um tempo que morre sem ter mesmo vivido.

Uma tentativa de equilíbrio interior. De madureza. De estabilidade pessoal, em meio ao turbilhão. É o que são estes escritos e jornal, perdidos no correr dos dias. JGB).

-Gilberto em três Notas de Jornal.
Volto a afirmar que me encontro entre dois ícones da cultura, entre duas pilastras hercúleas , sentindo-me ofuscada com tanta luz, tanto saber, dois exemplos de ética e cidadania. Vejam, meus senhores e minhas senhoras, se é difícil de discorrer sobre Joacil de Brito Pereira, cuja fortuna crítica é vasta, imaginem sobre Juarez da Gama Batista, intelectual esquecido pela crítica, apesar de numerosa a produção literária no campo do ensaio. Mas aí reside o desafio. A peregrinação pelas bibliotecas afora em busca de dados para construir uma plaqueta. E o farei porque este é um dos de deveres de casa a ser feito. Recebi gentilmente da minha ex-professora e amiga Ângela de Castro, acadêmica da APL, um livro de sua autoria que traz artigos sobre os dois imortais : Joacil e Juarez.

REFERÊNCIAS:

BATISTA, Juarez da Gama. A sinfonia pastoral do Nordeste. 2 ed. João Pessoa: UFPB, 1978 (Coleção Sanhauá, 3). Ensaio em comemoração aos 80 anos do Ministro José Américo de Almeida).
______. Chá e simpatia. Discurso de Paraninfo das alunas do Curso de Letras do DLCV, João Pessoa: Tipografia Chaves, 20 de dez. de 1975
_______. A hora e a vez de Joacil. Discurso. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1977
_______. Matéria e nunca ouvido canto. Ensaio (Camões e o Prêmio José Veríssimo da Academia Brasileira de Letras, 1973) – Espírito sobrevivente e persistente da Idade Média. Encarnação e Reencarnação). 2 ed. João Pessoa: UFPB. Editora Universitária, 1979 (Coleção Sanhauá, 5)
______. Bolha-de-nível (Depoimentos de um certo tempo e crônicas avulsas). João Pessoa: Tipografia Chaves, 1979
_______. Gilberto em três Notas de Jornal. Crônica. Tipografia Chaves, 1979
_______ . -As fontes da solidão (1994). Ensaios literários. João Pessoa: Conselho Estadual de Cultura/SEC; A União Editora. 1994 (Biblioteca Paraibana, V)
_______. -31 Histórias do arco da velha. Crônicas. João Pessoa: Gráfica do Estado /O Norte Editora, 1950.
______. José Américo: retratos e perfis. Edição comemorativa do Centenário de Epitácio Pessoa. João Pessoa: Correio das Artes. A União, 1965
________. O tema e o gesto. (do hábito à perfeição). Discurso. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1979
______. O que será que será. ( de uma balada sinfônica do filme DONA FLOR , ou “ERA INFINITAMENTE MAIO…”). João Pessoa: Tipografia Chaves, 1977.
______. Os Guarda-chaves de Cheburgo ( de uma canção de Michael Legrand e uma bonita história do cureiro). Discurso. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1978
______. Tarde demais para esquecer (“O Dr. Ruy” e outras lembranças). Ensaio. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1977
_____. O Protagonismo de Fausto . Ensaio. João Pessoa: UFPB, 1968
______. Um gosto de mel (1973)
_______.-O Exílio e o reino (De um título de Albert Camus)
_______. O Poder da glória (1977)
_______.Charme discreto de Gilberto Freyre (Discurso do Professor ”Honoris Causa a Gilberto Freyre pela UFPB, em 06 de setembro de 1973. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1976. 2 edição.
________.A contraprova de Tereza, Favo de mel. Ensaio. 2 ed. João Pessoa, 1976;
_______. Os mistérios da vida e os mistérios de Dona Flor. 2 ed. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1977
_______. Literatura cultura, civilização. Conferência por ocasião da abertura do I Seminário Paraibano de Cultura Brasileira. João Pessoa: Tipografia Chaves, 1977
______. José Lins do Rego: as fontes da solidão. Conferência por ocasião dos 50 anos do “Diário de Pernambuco”. Instituto Joaquim Nabuco, 7 de Nov. de 1975. @ Ed. João Pessoa: Topografia Chaves, 1979.

Marinalva Freire da Silva
Licenciada em Letras Clássicas e Vernáculas (1973) e em Pedagogia (1979) – Universidade Federal da Paraíba-1973. Mestre em Letras –PUC-Curitiba-PR (1982). Doutorado em Filologia Românica (1990/1991)-Universidade Complutense de Madrid (Espanha). Pós-graduação em Pedagogia Religiosa: Teologia. Arquidiocese da Paraíba/ Institutos Paraibanos de Educação/ Universidade Federal da Paraíba- João Pessoa (1997) . Professora de Língua Portuguesa – Universidade Federal da Paraíba-João Pessoa (1974/1994). Professora Colaboradora Honorífica da Faculdade de Filologia Românica da -Universidade Complutense de Madrid (1987/1988- 1990/1991). Consultora da Universidade Estadual da Paraíba-Campus III –Guarabira-PB (1994-1996). Professora Visitante da Universidade Estadual da Paraíba -Campus I – Campina Grande (1997-1999) e Professora Titular (a partir de 1999). Professora Convidada da Faculdade de Formação de Professores de Goiana –PE (a partir de julho/2011). Delegada de Direito da Pessoa Humana. Tradutora de Espanhol. Membro da Associação de Professores de Espanhol da Paraíba (Presidente de 1992/2002) e de São Paulo; International Writers and Artists-IWA,/OHIO,USA; da Academia de Estudos Literários e Linguísticos de Anápolis/GO; da União Brasileira de Escritores da Paraíba-UBE/PB; da Academia Feminina de Letras e Artes da Paraíba-AFLAP/PB e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica. Obras publicadas: Ditames do Coração (1989); Genealogia de Daura Santiago Rangel (1991); Genealogia de José Freire de Lima (Parceria com Expedito Freire de Lima; 1992); Perspectivas Poéticas (1992); Plural dos nomes em -ão na língua portuguesa: uma abordagem filológica (1993); Daura Santiago Rangel: Perfil de uma Educadora(1993); Español Instrumental (lª a 9ª ed. ,1996-2006; Reflexiones(1997); Homenagens em Poesia (1998; 2ª ed. 2013); Recordar conforta a alma (1998); Augusto dos Anjos: Vida e poesia (1998; obra traduzida, 2001); Edición Crítica del Regimento Proueytoso contra ha Pestenença (Publicación en CD,1991); edição impressa, 2008); Daura Santiago Rangel: una Educadora (Traduzida, 2000);YO (Eu de Augusto dos Anjos (Tradução em parceria, 2000; 2ªed. 2010); Español a través de textos I (2002); Coletânea poética (2002); Dicionário Erótico Brasileiro (2004); Español a través de textos II (2005); Daura Santiago Rangel: Reconstrução de uma época (2006); Estudos Filológicos. Literatura. Cultura (2007); Español a través de ejercicios (2007); Semântica Toponímica dos Municípios Paraibanos (Parceria, 2007); Edição Crítica do Regimento Proueytoso contra ha Pestenença (edição em língua portuguesa, 2008); O Despertar da Cultura (Org.; 2008); Na trilha da transdisciplinaridade…(Org., 2010). O Universo Poético de Luiz Fernandes da Silva (Org. em parceria, 2010); A Interculturalidade em ação…(Org, 2010); Presencia de los arabismos en las lenguas castellana y portuguesa… (2011); Trabajando el texto en Lengua Española (Org., 2011); Español en la enseñanza básica (2011); Em busca das identidades linguísticas e culturais (Org., 2012); Um olhar sobre a Pedagogia Moderna (Org., 2012); Entrelaçando as culturas na trilha da cidadania (Org., 2013); Literatura & Linguagens (Org., 2013); Adauto Ramos. O baluarte da Genealogia e Heráldica da Paraíba (2013); Reminiscências literárias (2013); Amelinha Theorga Ayres, a Paisagista do Mar (2013). <marinalvaprof@gmail.com> .

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