EDITORIAL: A força do “político magro”

6 dez 2017

Gostem ou não os meus adversários, mas eu gosto de falar a verdade. Não há necessidade de mentir, pois o povo já está farto de ouvir a “molecagem” dos políticos, que dominam o país neste momento tão triste em que vivemos.

O presidente Michel Temer tem massacrado nossa população. Não posso negar. Mas, ao assumir o comando do governo brasileiro encontrou uma podridão que não tem quem chegue ao fim. Uma corrupção que não há igual nesse mundo de meu Deus. Tudo isso porque os governos passados sujaram nossa pátria, com toda a roubalheira executada.

Ele tem lutado para igualar o Brasil, para que um dia, quem sabe, nós possamos ter condições iguais para todos.

Estou escrevendo essas linhas para chegar a um ponto da capacidade política do presidente Temer. Quando ele sentiu que tudo estava perdido, o seu partido, o PMDB, todo “machucado”, onde os aliados começam a deixar a sua bandeira de luta, Temer resolveu dar a volta por cima e tudo leva a crer que ele ainda será um grande vencedor.

Chamou os amigos e correligionários para uma conversa franca. E depois de tudo tramado, conseguiu reunir quatro forçar poderosas da política nacional, e ao que tudo indica poderá sair vencedor nesse histórico momento em que vive o nosso Brasil.

Em primeiro plano, Michel Temer disse aos correligionários que a missão deles era usar a humildade para que o partido ainda tivesse fôlego para grandes alçadas, e assim fez, depois de convencer os membros do antigo MDB.

Em seguida convenceu os partidários de que o grande poder deveria ser entregue ao DEM, do inteligentíssimo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Feito isso, Maia voltou ao leito do governo Temer e garantiu forças para aprovar a Reforma da Previdência.

O lance mais importante dessa jogada foi garantir ao PSDB que o candidato a presidente da República dessa nova aliança será o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Unificou o velho PSDB, acabou as inimizades entre Tasso Jeiressati e Aécio Neves e aí a força de Aécio vai fazer um novo partido da Social Democracia.

E Alckmin ainda teve forças para garantir nessa grande aliança a presença do PSB, que será poder no Estado de São Paulo, logo que Geraldo Alckmin renunciar para disputar a presidência do país, pois o vice-governador paulista é do Partido Social Brasileiro.

Com toda essa maestria política, Michel Temer ganhou fôlego para administrar o país. Ganhou novos aliados, aliás, fortíssimos, com deputados federais e senadores capacitados para resolver os problemas que o presidente enfrenta.

Não posso deixar de afirmar que Temer é um velho político, mas também um artista de grande sabedoria. Ele está bem acompanhado no momento por novos grupos políticos e será um grupo de grande capacidade administrativa e poderá, quem sabe, eleger o futuro presidente da nação.

Comentários