HOMENAGEM AO DR. ATÊNCIO BEZERRA WANDERLEY

10 jan 2018

Por Severino Coelho Viana

A nossa homenagem que prestamos a um líder de caráter, palavra honrada e autêntico médico na expressão conceitual do nosso vernáculo – Dr. ATÊNCIO BEZERRA WANDERLEY, de tradicional núcleo familiar que engrandeceu este torrão árido da Terra de Maringá, justamente, hoje, pelo transcurso de 105 anos de sua data natalícia.

O enigma da existência traça suas linhas de acordo com a lei da natureza, cada um busca alcançar a meta do horizonte delineada pela mão mágica da mãe natureza dando uma dádiva ao casal acolhedor da inocência de um ser humano. O grande presente de uma pérola aureolada foi entregue com um cartão nominal chamado: ATÊNCIO BEZERRA WANDERLEY, no dia 10 de janeiro de 1913, no sito Arruda, Município de Pombal, hoje, pertencente ao Município de Paulista – PB, recebido pelo casal Cel. Josué Bezerra de Sousa e dona Esmerina Bezerra Wanderley. Aquela criança recebia o carinho aconchegante dos pais. E para completar a felicidade de um lar tão grande veio o abraço fraterno dos irmãos: Antônio, Avani, Climene, Nice, Hercílio, Hélio e Quermine.

Nasceu com uma inteligência genial, no entanto, não deixou de viver como as demais crianças as peraltices do seu tempo, apesar de pertencer a uma família abastada, convivia com todas as crianças de classe menos favorecida. Ante esta fase de euforia soube conviver o paradoxo: as cavilações infantis e o futuro que lhe era reservado. Nas coisas simples encontramos o bálsamo da felicidade, pois não há coisa mais bela do viver na zona rural: o andar de roupa rasgada pelos garranchos dos matos a procura de um calango ou o ninho de um passarinho; o puxa-puxa da baleeira com pedras certeiras no papo dos sibitos, pardais ou rolinhas; as carreiras na terra quente, o alívio do calor nos banhos de rios, riachos, cacimbas e açudes; os galopes nos cavalinhos de osso; as figuras montadas com casca de melancia; as temíveis quedas da corrida de jegues. Conjuga-se a tudo isto, antes do deitar, ouvir as anedotas de trancoso e as estórias de assombração que atormentavam o sono de um ser angelical. Isto era o viver típico de toda criança no sertão nordestino daquela época.

As portas do mundo começaram se abrir para a incerta e cruel realidade da vida. O Cel. Josué Bezerra de Sousa, cidadão de boas posses no aspecto financeiro e de um caráter ilibado, não era um homem de cátedra, mas destacava-se como um ferrenho apreciador do saber e das letras.

Naqueles tempos de escassez no campo educacional, efetivamente, por mais boa vontade que os pais tivessem para com os filhos, o ensino e o conhecimento eram a esmeralda rara que todos procuraram e não a encontravam. E onde buscar o mestre ideal que transmitisse os ensinamentos adequados à capacidade do aluno? Ora, não muito longe, a campainha da porta deu o primeiro sinal. Josué Bezerra de Sousa, com pouca instrução de nível primário incompleto, pai do futuro Dr. Atêncio Bezerra Wanderley, foi o seu primeiro professor, cuja didática se restringia à leitura, exercício de escrita e cálculos aritméticos. Depois desta primeira fase, o aluno de raciocínio aguçado descobriu que era autodidata e passou a estudar sozinho no reduto de seu quarto de dormir: aritmética, álgebra, geometria, história do Brasil, geografia, ciências naturais, gramática portuguesa, além das línguas estrangeiras: latim, francês e inglês.

A assimilação do conhecimento natural na época de imaturidade corporificando-se no sítio Arruda fez efervescer a mente do pai, logo matriculando o filho no Instituto Pedagógico, hoje, Colégio Alfredo Dantas, permanecendo neste educandário durante 04 (quatro) anos, deixando incompleto o Curso Comercial. No ano de 1935, seguiu para Recife, matriculando-se no Colégio Salesiano, onde iniciou e concluiu o Curso Ginasial, transferindo, posteriormente, para o Ginásio Pernambucano, onde fez o curso secundário, o atual ensino médio. Após a aprovação no vestibular, ingressou na Faculdade de Medicina de Recife, hoje, Universidade Federal de Pernambuco, e, para a glória de Pombal e honra da Paraíba, concluiu o curso de medicina no dia 15 de dezembro de 1945, destacando-se como um dos melhores alunos da turma.

Logo após a conclusão do curso de medicina, no ano de 1946, retornou à Terra que lhe serviu de berço, a Terra de Maringá, cujo ato marcou a união da carreira vocacional ao ideal de servir. Em 1947, instalou o seu consultório médico, numa modesta casa, situada na rua Cel. João Carneiro – Pombal – PB. No entanto, o seu verdadeiro consultório era o meio da rua, uma casa humilde da periferia da cidade, o casario de um compadre ou amigo, uma choupana no pé de serra ou tapera da zona rural. Atendia a todos, indistintamente, de acordo com a sua paciência e carisma pessoal, em qualquer horário, manhã, tarde, noite ou de madrugada. O meio de transporte era aquele que o momento exigia: jipe, cavalo, canoa ou a pé. Abraçou a medicina com amor, numa época que tudo era obstáculo. Nunca passou pela cabeça ser um médico mercantilista, mas um médico idealista, pois a sua convicção profissional respaldava-se no pensamento literário de Gabriela Mistral: “servir é tarefa das grandes almas”. A sua vida de dedicação, abnegação e amor ao próximo, raízes que estavam fincadas na sua mente desde nascença, petrificou-se na construção do Pai da Medicina, especificamente no Juramento de Hipócrates:

“Eu juro, por Apolo médico, por Esculápio, Hígia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue:

Estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.

Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém.

A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.

Conservarei imaculada minha vida e minha arte.

Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.

Em toda casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução, sobretudo dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.

Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.

Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”

O sacerdócio da medicina, no sentido de cuidar da saúde das pessoas, implica renúncia a momentos de sua própria vida para fazer com que tantas outras pessoas possam continuar a viver.

A recompensa da escolha, reconhecida pelo paciente curado e de sua família, percebia no abraço afetuoso, na gratidão das palavras do paciente e no sorriso de alegria estampado no rosto do paciente.

O juramento de Hipócrates já vinha sendo cumprido integral e fielmente, portanto, o aperfeiçoamento deste trabalho de abnegação à causa humana deu-se com o Hospital e Maternidade “Sinhá Carneiro” que abriu as suas portas no ano de 1959, os dois médicos que fizeram tudo em prol da saúde do povo de Pombal, Dr. Avelino Elias de Queiroga e Atêncio Bezerra Wanderley, numa época de pouquíssimos recursos de aparelhamento e tecnologia, não mediram esforços e sacrificaram o viver, cujo ganho financeiro o paciente era quem esboçava:

__ “Deus te pague, doutor!

A solidão já fazia parte na rotina de sua vida, mas tudo chega ao seu tempo, não adianta apressar a água do rio por temeridade aos remansos tenebrosos. A cegueira do amor atiçou o seu coração e burilava a sua mente nas manhãs de neblina, nas tardes de sol causticante e nas noites de céu estrelado. E muito perto encontrou a correspondência da efervescência desse amor. No dia 29 de novembro de 1947, casou-se com Cacilda Medeiros Wanderley. Dessa união matrimonial a árvore genealógica começou a sua ramificação: Marcus Vinicius, matemático, com doutorado na França, Berta Letícia, psicóloga, casada com o Dr. Ugo Ugulino Lopes; Alba Rejane, médica, casada com o Dr. Gilberto Albuquerque Espínola; e Ana Valéria, engenheira mecânica, com doutorado na França, casada com o Dr. Mauro Santana. Os galhos desta árvore se constituem de 07 (sete) netos.

O tripé da existência do Dr. Atêncio Bezerra Wanderley focou-se nos pilares de um idealismo por convicção: dedicação à carreira vocacional, o ideal de servir à coletividade e o amor à causa pública. Destas três virtudes imanentes ao ser humano faltava ser realizada a última aptidão natural que foi o ingresso na carreira política.

A força da natureza proporcionou a união dos amigos/médicos: Avelino Elias de Queiroga e Atêncio Bezerra Wanderley, firmando uma autêntica aliança política de caráter popular. Naqueles velhos tempos, no meio político, o jogo de tabuleiro as pedras se mexiam e davam contornos de divisão e união. Divisão quando houve o rompimento de parte da família Carneiro com Avelino Elias de Queiroga, formando-se a “Ala Garça”. Lembrando que o embrionário da Ala Garça surgiu já na eleição de 1963. No entanto, na eleição de 1968, a declaração de rompimento tornou-se pública e notória com o lançamento do candidato a prefeito – Francisco Juvenil de Assis, conhecido popularmente por Jovem Assis. Por seu turno, Avelino Elias de Queiroga se uniu ao Dr. Atêncio Bezerra Wanderley.

Atêncio Bezerra Wanderley era uma espécie de reserva moral e cultural da cidade. Sabia defender os assuntos com o máximo de polidez, civilidade e com muita ponderação. Homem sério, conduta ilibada, bom administrador. Já eram colegas na área médica, sem o menor atrito ou divergência de ordem pessoal. Dr. Avelino Elias de Queiroga foi hábil e se recompôs muito bem, tornando-o um candidato imbatível. Seguia uma linhagem política de ordem moderada.

Em 1968, em vigor o bipartidarismo com sublegendas, mesmo assim não foi possível a união no seio da congregação política, houve o rompimento da ala avelinista e de parte da família Carneiro. Os aliados avelinistas, cujo partido era o M.D.B. (Movimento Democrático Brasileiro), usando de seu poder de criatividade, apelidaram os carneiros de “ALA GARÇA”, e, consequentemente, chamavam de “Garcianos”. Por seu turno, os carneiros se aliaram aos Pereristas, que pertenciam aos quadros da ARENA (Aliança Renovadora Nacional).

O impasse estava criado. O MDB-1 lançou para Prefeito: Dr. Atêncio Bezerra Wanderley e o vice: Cristóvão Amaro da Silva. O MDB-2 lançou para Prefeito: Epitácio Vieira de Queiroga e o vice: Antônio Olímpio de Queiroga (Totô Olímpio). O outro lado, ou seja, A Arena-1 lançou para Prefeito: Francisco Juvenil de Assis e o vice: Paulo Pereira Vieira. A Arena-2 lançou para Prefeito: Jurandy Urtiga de Queiroga e o vice: Inácio Pereira da Silva.

A eleição transcorreu num verdadeiro clima de festa cívica, salvo alguns discursos contundentes e as paródias políticas. Atêncio Bezerra Wanderley e Cristóvão Amaro da Silva, prefeito e vice-prefeito, respectivamente, foram eleitos com uma maioria de 452 votos pela legenda do M.D.B..

A apuração se dava na Sede Operária, à tardinha, saiu o resultado final. O espaço entre a Usina e a Sede Operária, o povo vibrava de euforia pela vitória obtida. O jipe do Dr. Avelino Elias de Queiroga, sem capota, encostado à escadaria do calçadão da sede, recebia em aplausos os líderes: Avelino Elias de Queiroga, Dep. Janduhy Carneiro e o prefeito eleito, Atêncio Bezerra Wanderley. Avelino pegou o microfone e falou a voz de comando de um líder:

__ A passeata siga em rumo ao meu querido bairro dos Pereiros.

A orquestra entoou os clarins da vitória. Todos aclamando entusiasticamente com as mãos levantadas fazendo o V da vitória.

A passeata passava pela Rua Nova estavam sentados na calçada da casa de Zé Maria as seguintes pessoas: Raphael Carneiro Arnaud, Geraldo Arnaud de Assis, Azuil Arruda de Assis, Hildo Arnaud de Assis, Chateaubriand Arnaud e outros que não nos lembramos. E no jipe, sem capota, vinham Janduhy Carneiro, Avelino Elias de Queiroga e Atêncio Bezerra Wanderley. O Dr. Janduhy Carneiro olhou para a calçada e de cima do jipe cumprimentou os seus parentes que tinham sido seus adversários. O gesto de um grande democrático, o que foi realmente correspondido pelos familiares com os devidos cumprimentos de aceno de mãos.

Atêncio Bezerra Wanderley era um homem público de uma visão além do seu tempo que soube encarnar o espírito de vida pública trazendo como lema o símbolo da honestidade, naqueles idos, (1969 a 1972) implementou e obedecia os atos administrativos com os princípios norteadores da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, cujo tons somente vieram ser lembrados pelo constituinte de 1988, O Município de Pombal tornou-se pioneiro implantando uma gestão de transparência pública.

Realmente, realizou uma administração voltada para o bem da coletividade, Dr. Atêncio construiu o Centro Administrativo de Educação, no qual instalou a maior biblioteca pública de Pombal, marco que ainda hoje serve aos munícipes. Iniciou a construção do atual prédio que sedia a Prefeitura Municipal de Pombal; edificou e construiu um novo Matadouro Público; reorganizou as finanças pagando todas as dívidas públicas do Município, uma meta que parecia impossível de ser realizada, deixando o Município com total credibilidade. Construiu escolas na sede e na zona rural; saneou os serviços de esgotos; implementou calçamentos nas principais ruas da cidade; melhoramentos nas estradas para diversas localidades e a edificação de uma repetidora de TV, a primeira do sertão paraibano. Criou os símbolos do Município, a Bandeira, com a colaboração do Instituto de Heráldica da Paraíba;

– Organizou a contabilidade pública e pôs em dia as prestações de conta do Poder Munici¬pal;

– Celebrou convênios com o Mobral para o ensino de adultos;

– Contratou médicos e dentistas para atendimento nos postos distritais;

Em sua administração ocorreu à inauguração da BR 230, pelo então Governador do Estado, João Agripino. A estrada asfaltada ligando o Município à Capital e outras cidades mais avançadas trazendo crescimento para o comercio local, o setor agropecuário e a indústria, o que muito facilitou comércio externo, a segurança, a educação e outros interesses afins da população pombalense.

Depois de uma briosa administração no Município de Pombal, a Paraíba o elegeu duas vezes Deputado Estadual (1979 a 1983 e 1983 a 1987), chegando a ser Vice-Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, mantendo sempre um desempenho seguro e equilibrado, sem demagogia. Nunca perdeu a compostura, quer na ação parlamentar, quer na ação executiva. Por isso, sempre mereceu o respeito da população. Uma vez que por Pombal ele redimencionou o desenvolvendo deste profícuo trabalho, entregando-se de corpo e alma em defesa da causa pública.

Dr. Atêncio Bezerra Wanderley exerceu diversas atividades nas instituições de nossa cidade e no Estado da Paraíba entre elas:

– A Unidade Sanitária Estadual;

– Secretário da Saúde do Município de João Pessoa-PB;

– O Posto Médico de Puericultura (hoje Escola Municipal Nª Srª do Rosário);

– A Cooperativa do D.N.E.R (Departamento Nacional de Estradas e Rodagens);

-O Hospital e Maternidade Sinhá Carneiro, (trabalhou durante muitos anos, gratuitamente, em razão da natureza filantrópica da Instituição. Instalou, naquele nosocômio um modesto laboratório de análises e um serviço de eletrocardiografia, o primeiro do sertão e do interior do Estado, depois de Campina Grande);

-Foi eleito membro da Academia Paraibana de Medicina (e ocupou a cadeira de Chateaubriand Bandeira de Melo, Médico, Benfeitor e Politico, de São João do Cariri, na referida Academia);

– Serviço de Assistência Médica da Previdência Social (este em Sousa – PB);

– Hospital Alcides Carneiro em Campina Grande –PB;

– Professor de Física e Matemática no Antigo Ginásio Diocesano de Pombal;

– Física e Química no Antigo Colégio Estadual de Pombal, hoje, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Arruda Câmara”; e, ainda, tendo sido o Primeiro do Colégio “Josué Bezerra”;
Sócio-fundador do Rotary Club de Pombal.

A nossa amizade e admiração aumentou quando fui Presidente do Rotary Club de Pombal, e, logo pude observar que, sempre que iniciava uma conversa e não concluía, ele retomava o assunto. Certo dia, começamos um diálogo sobre a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, começamos a divergir em determinados pontos, por exemplo, se a convocação seria geral ou específica. Já exaustiva a conversa, no primeiro andar do prédio, os companheiros se retiraram e nós descemos para o térreo e a discussão continuou na calçada e o horário já batia o relógio da meia noite, num debate pacato, ordeiro e civilizado. Despedimo-nos, quando foi no dia seguinte, por coincidência, Dr. Atêncio estava na fila do banco, e, eu, na condição de gerente, me dirigi ao companheiro Atêncio e disse-lhe que, de acordo com as normas internas bancárias, médico tinha preferência no atendimento. Depois de atendido, tomamos um chá. E ele me falou:

__ Qualquer dia vou lhe convidar para tomar um whisky na minha casa e continuamos o nosso debate sobre a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte!

Pombal orgulha-se de ter tido um filho na estirpe do respeitável médico e de um ser humano de bondoso coração como ATÊNCIO BEZERRA WANDERLEY.

João Pessoa – PB, 10 de janeiro de 2018.

SEVERINO COELHO VIANA

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