Horas Mortas

10 mar 2013

HORAS MORTAS

Horas mortas… De silêncio,
Melancolia, tristeza, dor,
E de grande desespero…

Horas mortas… De sombras funestas,
Imagens frias… Abismos,
De feridas abertas, latentes.

Horas mortas… De fantasmas
Que sufocam… Que provocam
Espasmos de dor:
Dor desmedida.

Horas mortas… E há em mim
Uma alma desgrenhada,
Que desesperada, chora.

Horas mortas… E morta estou
O coração sangrando,
Em bramido constante.

Horas mortas… E o fantasma
Que sou perambula,
De coração e alma, curvado.

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