JOSÉ NETO BARRETO

9 abr 2018

Aluno Fundador do Seminário Nossa Senhora da Assunção 1955

Nascido em 08/12/1940 na cidade de Coremas-PB

Filiação: Sebastião Barreto da Silva e Antônia Severo de Lacerda

 

 Formação Superior:

Bacharel em Jornalismo

Licenciado em Pedagogia – UFPB – João Pessoa – PB

Bacharel em Direito – UNIPE – João Pessoa – PB

Especialista em Educação Brasileira – UNB

 

Principais Cargos e Funções Exercidas

Professor, Chefe do Departamento e Coordenador do Curso de Pedagogia Centro de Educação da UFPB

Professor, Coordenador Didático e Diretor da Escola Técnica Federal da Paraíba

Coordenador do Ensino de 1º Grau da Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Paraíba

Coordenador do Projeto RONDON na Paraíba

Assessor da CAPES/MEC para o Projeto Nordeste de Pós-Graduação

Coordenador de Organização e Orientação do Sistema de Educação Superior da SESu/MEC

Pró Reitor Adjunto de Graduação da UFPB

Atualmente, exerce as Funções de Chefe de Gabinete do Reitor e de Superintendente da Comissão Executiva do Concurso Vestibular do Centro Universitário de João Pessoa

 

O QUE PENSO

Sou da turma pioneira do Seminário Nossa Senhora da Assunção, da Diocese de Cajazeiras.

Nos dois anos ali vividos, aprendi a aprender o Latim e o Português, que foram fundamentais, com o Reitor Padre Luiz Gualberto, de quem recebi, principalmente, ensinamentos e exemplos de honestidade, honradez, dignidade, sabedoria, trabalho, civilidade, ética e respeito ao próximo, valores que burilaram os princípios de vida transmitidos pelos meus pais e que nortearam a minha existência.

 

CASOS PITORESCOS OBSERVADOS NO SEMINÁRIO

Leitor Desatento

Na hora do almoço, durante alguns minutos, com absoluto silêncio dos que estivessem no refeitório, era lido um trecho na Bíblia ou Martiriológio Romano.

Geralmente, era designado um aluno dentre os médios e maiores, para fazer a leitura. Naquele dia, Ozaes Mangueira, vozeirão e boa leitura, foi o encarregado da leitura bíblica. Não sei se por descuido ou “de propósito”, a certa altura Ozaes saiu-se com essa:

– Quem tiver ouvido para ouvir ouva…!

Não é necessário dizer nada, para se imaginar a estrondosa risada que ecoou no refeitório.

 

A vingança do cantor

     O Padre Antônio Lisboa, também chamado de Padre Ecônomo, por ser o homem das finanças do Seminário, era professor de música e rigoroso regente do coro. Dentre os cânticos ensinados pelo Padre Lisboa estava a Ladainha de Todos os Santos, que invocava os santos da Igreja Católica.

Na ladainha, um pequeno grupo citava o santo e o restante dos presentes entoava o Ora pro nobis:

– Santa Maria,

Ora pro nobis;

– Santo Virgo Virginum,

Ora pro nobis;

Uma das santas invocadas era “Santa Ágata”.

Em um dos ensaios, conduzido como se fora uma solenidade, um gaiato do grupo que citava o nome dos santos destoou, pronunciando.

– Santa Gata!

Imaginem a reação do severo Padre Lisboa!

 

 

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