PINGOS QUENTES

23 maio 2018

VICE-PREFEITO DESMENTE PUNIÇÃO DO PT CONCORDA COM DEMISSÃO DE SECRETÁRIO E FALA DE EVENTUAL APOIO DA SIGLA A JOÃO AZEVEDO

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Em declarações ao Jornal da Manhã da Rádio Oeste da Paraíba, nesta quarta-feira 23, o vice-prefeito Marcos do Riacho do Meio (PT) falou sobre as ações da gestão José Aldemir em vários setores e pontuou a disposição do gestor em buscar mais parcerias para que sejam consolidados projetos importantes para infraestrutura do município. Ele destacou a construção de 300 apartamentos que certamente representam uma grande conquista para as famílias que irão residir naquela parte da cidade, recursos para pavimentação etc.

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Quanto à polêmica iniciada a partir da vinda de Cássio na qual o vice-prefeito esteve presente na recepção ao senador, ele descartou que os boatos teriam gerado um desconforto em sua relação com a direção do Partido dos Trabalhadores. Segundo Marcos, isso não passou de especulação e que os membros do PT entenderam seu ato e disparou: “Eu tenho dito que não cuspo no prato que comi”. Fazendo uma clara referência ao apoio do senador em prol do então candidato José Aldemir e sua pessoa, na disputa pele prefeitura de Cajazeiras.

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Ao ser perguntado sobre a demissão do Secretário de Meio Ambiente José Maria por conta de uma postagem na rede social do mesmo de uma charge onde insinuava a chegada do deputado Rômulo Gouveia ao Inferno, gerando uma repercussão muito negativa, e que não restou para o chefe do executivo municipal, outra opção a não ser demiti-lo, Marcos destacou o trabalho feito pelo ex-secretário, mas, disse que Zé Aldemir, agiu corretamente e que o professor é sabedor da proporção que o fato ganhou inclusive dentro da agremiação partidária. Contudo, ao responder se a vaga ainda continuaria com o partido ele revelou que sim, porém, que não ainda tem um nome definido.

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Com relação a sucessão estadual, o PT pode se definir por João Azevedo e caso esta possibilidade se torne concreta, possivelmente Marcos deixou evidente que não seguirá seu partido e explicou que questões locais são a barreira que evitaria a seu ver, esta aproximação do grupo de Ricardo Coutinho.

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Para ele não será novidade se o Partido dos Trabalhadores seguir rachado, como em pleitos anteriores. Segundo Marcos, a única forma de não haver “golpistas” no palanque seria o PT lançar nome próprio tendo inclusive seu apoio.

Folha do vale, JOTA HERRE

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