Povo Soberano

7 dez 2017

Esse espaço geográfico que outrora, por força de um tratado, pertenceu a Portugal e Espanha, hoje se chama Brasil, cujo povo chama-se Povo Brasileiro – e é esse povo que o donatário desse imenso país chamado Brasil, e ninguém mais.

A esse povo soberano pertence tudo que existe no céu, nas águas, no solo e no interior dentro desse espaço geográfico chamado Brasil – e a ninguém mais.

O povo brasileiro escolhe com uma determinada freqüência um dirigente chamado prefeito; de igual maneira escolhe um dirigente chamado governador e um dirigente chamado presidente da republica, que são temporários em suas funções e cargos , sendo obrigatório, encerrado o prazo de suas atividades, a passarem a função para outros escolhidos.

É importante ressaltar que nem um desses ocupantes do cargo está acima do povo que os escolheu e por estarem em um cargo público de maneira nenhuma estarão dotados de privilégios diferentes dos adotados em beneficio dos demais cidadãos que compõe o povo em geral. Esses ocupantes de cargos estarão no mesmo nível social que os demais cidadãos, porem com mais responsabilidade perante o povo, porque aceitaram a condição de ser servidor publico, e servidor público é para servir e não ser servido.

De maneira nenhuma um cidadão investido de um desses cargos poderá legislar em desfavor do povo e quando houver uma decisão importante, de âmbito geral, deverá consultar o povo e seus representantes legais sobre o assunto.

O povo estabeleceu uma constituição que é o livro máximo de todas as leis que também não está sobre o povo em geral – mas existe como uma regra que deverá ser cumprida por todos os cidadãos, para todos os cidadãos;

Escolheu também um poder legislativo, para fiscalizar o poder executivo, estabelecer normas e parâmetros e que também não está acima do povo brasileiro – mas para servir a esse;

Criou um poder chamado executivo com a obrigação de gerir a máquina pública, arrecadar e distribuir os recursos a todos os cidadãos e prestar contas sobre esses fatos;

Criou um poder judiciário para defender as leis e punir os violadores dessas leis e interpretar as mesmas em favor do povo em geral e em desfavor dos transgressores, e que de maneira nenhuma estará acima do povo e que não legislará contra o povo. Quando uma lei se tornar inaplicável por conseqüência do longo tempo, ou modernidade, ou quando a povo não mais a aceitar, convém que se estabeleça outra, mais moderna e que atenda os anseios do povo.

Esses são os objetivos da existência desses poderes e do quadro de servidores públicos existentes no Brasil.

Se não funcionam, se existe algo que faz com que as instituições não funcionem, se existe algo de anormal em seus quadros, ou uma diferença de comportamento e de condição social em seus quadros que os tornem privilegiados, diferentes e acima dos cidadãos do povo – isso precisa ser corrigido, alterado e reparado.

Com relação a aqueles cidadãos, em minoria, e que não queiram aceitar as regras do jogo, os infratores contra a sociedade, esses deverão ficar afastados da sociedade, por vontade da maioria do povo, mas vivendo com dignidade e pagando com segurança o que fizerem contra essa sociedade.

Mas se houver privilégios no alcance das leis, em detrimento de cor, credo, raça e idade – isso não é legal, porque todos são iguais perante a lei – isso deverá ser corrigido, porque ninguém é diferente de ninguém. Se há diferenças, há privilégios;

Portando o Brasil deverá cortar todos os privilégios, como indicações políticas a cargos públicos, salários altos e desproporcionais, e a lei da previdência deverá ser igual para todos, com exceções daquelas classes desfavorecidas pelas funções, que não tem descanso , nem horas extras, não possuem fundo de garantia e cujas atividades implicam risco de vida constante – pessoas essas que estão sob juramento de honra, de entregar a sua própria vida em defesa da pátria e da ordem pública.

Quando se vê um presidente do senado, e um presidente da suprema corte descumprindo a constituição e alterando os seus princípios a base de papo – o povo deve ficar alerta, porque estamos diante de um governo ditatorial de esquerda, que se acha acima das leis e do seu povo.

Quando temos um governo e uma cúpula palaciana que quer de todas as maneiras impor normas, leis que não atendam os anseios do povo, e, na calada da noite, se reúne e compra a decisão dos representantes do povo com dinheiro do próprio povo para decisões contra esse povo, todo cuidado é pouco porque estamos diante de uma ditadura fascista, ou comunista que pensa que pode tudo e que se acha acima de tudo e sobre todos os demais cidadãos.

O povo brasileiro pode tudo, e o cidadão em particular é o centro de tudo – o que ele não pode é querer que o Brasil seja dependente de outro país e que viva sob as orientações políticas e sociais de outros povos sobre nossa cultura e vontade de ser e de realizar.

É o que eu penso e gostaria que fosse mudado, para o bem de todos e meu bem particular.

Alfredo Bonessi – (o texto não sofreu revisão ortográfica por ser linguagem de internet. Autorizada a publicação, mantendo-se o texto original e citada a fonte).

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