Zenildo Oliveira alerta sobre surto de Dengue em Sousa e pede ajuda da população

4 ago 2015

dengue

Um alerta grave sobre o risco para com a saúde dos sousenses foi revelado ontem (03), por parte da Secretaria de Estado da Saúde (SES) que apresentou o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) que apontou Sousa como uma das cidades paraibanas com maior risco de surto da doença. Zenildo cobra dos poderes públicos uma campanha mais eficaz, mas alerta também da importância da sensibilização da população sobre a prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, mantendo hábitos simples como limpar calhas, caixas d’água e recolher o lixo.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, já é dado como certo que o Brasil vai enfrentar esse ano de 2015 o pior surto de Dengue da sua história. A mesma situação é esperada para Sousa, muito em devido a ineficácia do poder público municipal. Por conta disso Zenildo reforça ser essencial a participação dos moradores no combate a proliferação do mosquito transmissor da doença.

O foco segundo o sousense é o incentivo para adoção de hábitos diários de prevenção, como manter garrafas vazias viradas para baixo, trocar a água das plantas aquáticas regularmente, entre outras ações capazes de reduzir os criadouros. “Todo mundo tem que contribuir ou todos sofreremos”, avisou Zenildo, lembrando que uma fêmea do mosquito transmissor da Dengue pode contaminar até 300 pessoas e que uma suposta morte em decorrência do mosquito está sendo investigada no município.

Zenildo alertou que 80% dos criadouros de mosquito transmissor da Dengue não estão nas vias públicas ou terrenos baldios mas sim dentro das casas das pessoas. Ele pede que todos os moradores se mobilizem e compreendam a importância de combater o problema. “O inimigo mora com a gente e não na rua. Ele está nas bandejas que ficam nas portas das geladeiras, lajes, tampas de recipientes, vidro no muro. Cada um tem que cuidar da sua casa e conscientizar os vizinhos sobre a importância de fazer o mesmo. Se todos fizermos a nossa parte vamos sofrer menos”, disse Zenildo que ainda informou que a comunicação de qualquer novo surto deve ser feita à Vigilância Epidemiológica; ao Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas e a coordenação dos Núcleos Hospitalares de Vigilância Epidemiológica por meio dos telefones 3218-7331/3218-7381/3218-7317.

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