CAPS de Cajazeiras recebem investimentos e restabelecem serviços durante a semana

27 mar 2013

CAPS de Cajazeiras recebem investimentos e restabelecem serviços durante a semana, diz coordenadora

O CAPS AD é a única unidade de saúde especializada em atender os dependentes de álcool e outras drogas de Cajazeiras. Dentro das diretrizes determinadas pelo Ministério da Saúde, que tem por base o tratamento do paciente em liberdade, buscando sua reinserção social, o novo CAPS AD retomou sua atividades com novidades. Com investimentos em todos os setores, a nova direção confirmou que os serviços foram restabelecidos e que os atendimentos estão sendo realizados com absoluto sucesso e precisão dos profissionais disponíveis.

Desta forma, o CAPS AD oferece atendimento diário a pacientes que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas, permitindo o planejamento terapêutico dentro de uma perspectiva individualizada de evolução contínua. Todos os encaminhamentos devem partir das unidades de saúde do município, ou o paciente pode chegar ao CAPS através de demanda espontânea.

O CAPS AD possui uma equipe multiprofissional formada por psiquiatra, psicóloga, médico, assistente social, terapeuta ocupacional,farmacêutica, enfermeiro, técnicos de enfermagem, professor de educação física, professora de artes, além da equipe administrativa. A coordenação é de Gilvanda de Menezes Lira. Outra importante lembrança é que o CAPSAD atende pacientes dos 15 municípios da região da AMASP.Sobre o CAPS II que cuida de pacientes com transtornos mentais, a Secretaria de Saúde confirmou que também tudo está funcionando normalmente. De segunda á sexta-feira das 7h30 às17h00, todos os serviços são disponibilizados para as cidades de Cajazeiras, Cachoeira dos Índios e Bom Jesus. A coordenação é da enfermeira Norma Alves Viana.

Já no CAPS Infantil o trabalho foi retomado com intensidade e com várias inovações começando pelo local de funcionamento. Agora na Avenida Tenente Arsênio, o novo ambiente tem espaço amplo para o desenvolvimento dos trabalhos feitos pelos pacientes e monitores, disse a coordenadora Maria de Lima Bertoldo.

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