Obras das escolas técnicas estaduais na Paraíba estão em ritmo acelerado

2 abr 2013

As obras de construção das escolas técnicas estaduais das cidades de Bayeux, Mamanguape e de João Pessoa seguem em ritmo acima do cronograma estabelecido. Nas obras das escolas de João Pessoa (Mangabeira) e Bayeux trabalham atualmente 200 operários, 100 em cada unidade. Nas cidades de Cuité, São Bento e Cajazeiras, o Governo do Estado também constrói mais três escolas em parceria com o Governo Federal. Nessas seis escolas, o investimento total é de R$ 43,2 milhões.

O projeto do Governo da Paraíba é construir 15 escolas técnicas estaduais. A meta é oferecer ensino profissionalizante de qualidade aos jovens da Capital e do interior do Estado e auxiliá-los na inserção ao mercado de trabalho.

O diretor superintendente da Superintendência do Plano de Obras de Desenvolvimento do Estado da Paraíba, Ricardo Barbosa, assegurou o bom ritmo das obras. “Todas estão em cumprimento do cronograma físico, algumas até adiantadas. Em Bayeux, João Pessoa e Mamanguape, os trabalhos estão em ritmo acelerado”.

Em Cajazeiras e São Bento, as obras estão em andamento também. “A única obra que está dentro do cronograma é a da escola de Cuité. O restante está com os trabalhos à frente do cronograma, ou seja, avançados”, acrescentou Ricardo Barbosa.

Nas obras da unidade de João Pessoa, em Mangabeira, o engenheiro Marcos Vinícius informou que foram erguidos os pilares dos blocos e boa parte das vigas da primeira laje está pronta. “Estamos começando a concretagem da laje do bloco do Centro de Convivência nesta quarta-feira e estamos finalizando o primeiro vigamento para a cobertura do ginásio de esportes”. A obra física começou em janeiro.

Quanto às obras da escola técnica estadual de Bayeux, algumas lajes estão prontas e nesta sexta-feira (5) será colocado o concreto da coberta de outros pavimentos. A ordem de serviço foi assinada pelo governador Ricardo Coutinho no dia 22 de outubro do ano passado.

As escolas técnicas são construídas com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e do tesouro estadual. O investimento médio de cada unidade é de R$ 7,2 milhões.

O projeto das escolas técnicas segue o padrão elaborado pelo Ministério da Educação (MEC/FNDE) com capacidade para 1.200 alunos cada. Para este ano, a Suplan está trabalhando em parceria com a Secretaria da Educação para adquirir terrenos e dar início ao processo de licitação nas cidades de Campina Grande, Patos e Guarabira.

Estrutura – As escolas terão edificações de primeiro andar, 11 salas de aula, auditório com capacidade para 145 pessoas, biblioteca, sala multimídia para professores, laboratório de línguas, informática, física, química, biologia e matemática, refeitório, cantina, cozinha industrial completa, sala para o grêmio estudantil, oficina de manutenção, anfiteatro, ginásio poliesportivo completo, laboratórios especiais que vão depender da oferta dos cursos e centro de vivências, onde os alunos poderão se socializar e lanchar nos intervalos das aulas.

Cursos – A escolha dos cursos profissionalizantes que serão ofertados aos jovens paraibanos será feita após uma consulta popular e com dados do Ministério do Trabalho, que apontarão as áreas que disponibilizam mais vagas no mercado local.

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