Quem é Brasil?

22 maio 2017

– Brasil é um país da America do Sul, cujos habitantes remontam a época de 10 mil anos, aproximadamente.

No Século XV, duas potencias mundiais, em um gabinete, dividiram o Brasil em duas partes por um tratado chamado Tordesilhas.

Em 1500 naves portuguesas atracaram em suas praias e inventou-se um “descobrimento do Brasil”. Dessa época em diante foi só exploração em cima do Brasil: ciclo do pau-brasil, ciclo do ouro, ciclo da cana de açúcar, e o Brasil cresceu e conseguiu o progresso puxado pela cangalha do boi.

Os índios, que habitavam o Brasil, receberam os chegados de braços abertos – o índio que não aceitou a intromissão estrangeira foi executado. Mais tarde, um cidadão resolveu desbravar por conta própria os lugares mais remotos que a civilização litorânea ousou imaginar: era o seringueiro. Esse ente explorador e fundamental para a economia de sua época palmilhou todos os lugares possíveis atrás do látex – era mais temido que as feras mais respeitadas que se tem noticias: a onça e a cobra sucuri. Os índios o temiam e se queixavam dele ao marechal Rondon, que não tinha meios e nem elementos para conter a ferocidade do seringueiro.

O Império passou, veio a era republicana, passaram os períodos das revoltas internas, desde a Guerra da Independência, a Revolução de 30, 32, 35, 54, com a morte de Getúlio Vargas, 1964 e agora em 2016/2017, quando a Nação Brasileira acordou com os escândalos ao nível do pescoço, ao invés do tradicional lenço vermelho, pelo roubo nas contas públicas perpetuado pelos governos democráticos de esquerda, que assumiram o controle político do Brasil desde 1985.

E o Brasil ? – ninguém pensou nele e nem se preocupou com ele, quando na verdade deveria ser o principal fator de preocupação para todos os brasileiros no tocante as questões externas, pois o Brasil é rodeado de rivais de longas datas, não só no campo esportivo como no aspecto da segurança externa, e também nos contextos econômicos, produtivos, intelectual e cultural.

Depois de 30, afastou-se o coronel do sertão, dos poderes de mando e políticos, e criou-se a classe política, com a intenção de se fazer justiça social e política igualitária para todos os cidadãos.

O político seria um elo do governo central com os estados e municípios – era a melhor maneira de uma idéia, um desejo, uma necessidade de um cidadão chegar em forma de lei para todos os demais cidadãos.

O fato é que deram poder demais a classe política – os governos estaduais e municipais passaram a depender dele para receber os recursos essenciais para o funcionamento de suas sedes, quando essas liberações deveriam ser normais e ao natural – isto é, não precisavam do intermédio da classe política.

E o político cresceu muito em influencia e poder de mando. Chegou a um ponto de ficar acima de todos os demais cidadãos pela legislação criada a seu favor, desde o ganho exagerado nos salários, mordomias, excesso de colaboradores, todos pagos com recursos públicos,aí incluídas as indicações de pessoas amigas para o exercício de funções publicas, além do exacerbado corporativismo entre a classe, que possibilitou até que alguns deles ficassem impunes com a alegação da tal imunidade parlamentar.

O assunto extrapolou quando os políticos quiseram ficar a cima da lei e do Brasil – a sociedade se revoltou, e, hoje, não aceita, mais, esse tipo de situação.

Uma situação perigosa

O Brasil vive uma situação perigosa como nunca visto ao longo de sua história. Há um impasse político enraizado no seio da sociedade, numa queda de braço entre aqueles que se deixam levar pelo aspecto ideológico, por um modelo de ditadura do proletariado de esquerda, já falido no mundo todo, onde um ditador é o centro de tudo, que trabalha para si e para seu grupo, esquecendo os demais cidadãos, que ficam a mercê da miséria e da fome generalizada, como é o caso da Venezuela – e um outro grupo, que pensa no Brasil, pensa em produzir, pensa na família, quer pagar seus impostos, mas também quer segurança, saneamento, saúde e educação – nada demais para quem desempenha as funções de um cargo publico, cuja obrigação é trabalhar para o bem comum.

Portanto, trabalhar para o bem do Brasil, trabalhar para o bem do povo brasileiro é uma obrigação constitucional, moral, social, humana, obrigatória, legal – para todos aqueles que se candidatam, ou exercem uma função pública, porque são pagos pelo povo, para trabalhar para o Brasil e para o povo brasileiro. Nenhuma ideologia se justifica como causa para não se trabalhar para o Brasil e pelo povo brasileiro. Ideologia não é aval para a prática de crimes contra a sociedade brasileira.

Ao longo da nossa historia, se todos aqueles que tiveram poder de mando, trabalhasse pelo Brasil, em primeiro lugar, e pelo bem do povo brasileiro, em segundo lugar, o Brasil seria hoje uma das maiores potências mundiais, tanto em influência militar, como influência econômica e política, com a capacidade de auxiliar a América Latina e ser um modelo de virtude e civismo para todos os povos.

O fruto que colhemos do que foi semeado pelos políticos ao longo da história do Brasil, desde o descobrimento até os dias atuais é:

– roubo em suas mais variadas formas;

– corrupção e desvios dos recursos públicos para interesses particulares;

– favorecimentos a infratores, criminosos e assassinos;

– trabalho mal feito, intencional, com o objetivo de enfraquecer o sistema econômico e social legalmente constituído em uma república democrática;

– corrupção de menores com objetivo da perda do caráter, da moral e dos bons costumes;

– sucateamento do ensino e da educação com o objetivo de se criar pessoas dependentes e desempregadas;

– danos irreparáveis ao meio ambiente, com perdimento e prejuízos da flora e da fauna, com o objetivo de atrasar o progresso futuro da Nação;

– destruição da indústria e do comércio, com o objetivo de causar o desemprego e a vagabundagem e tornar as pessoas dependentes;

– atentados ao setor produtivo, como incêndios em lavouras, disseminação de parasitas em culturas, danos a redes hidrelétricas, barragens e açudes;

– perdão de dividas do estrangeiro e financiamento de obras no exterior sem a autorização do povo brasileiro;

Perguntamos: o Brasil merece que alguns brasileiros de péssimo caráter trabalhem contra ele e em proveito próprio e engane a população brasileira ?

– desejamos a punição exemplar de todos aqueles que exorbitaram a frente dos seus cargos, bem como a punição daqueles partidos políticos que trabalharam mal, desviando os recursos públicos de sua real finalidade, seja para que motivo for, ideológico ou não.

A sociedade exige moral, bons costumes, a ordem e o progresso.

Ninguém ficará acima da lei.

Bonessi

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